É só lembrar que o amor é bem maior

Gostar de Anitta me traz sentimentos controversos. Eu me sinto julgada quando admito que a adoro, depois fico triste ao perceber o quanto as pessoas se sentem superiores por odiarem uma mulher (principalmente quando esse ódio vem de outras mulheres). Então, num súbito, eu é que me sinto superior aos outros por ser capaz de oferecer amor a alguém cujas atitudes eu nem sempre concordo. Gostar da Anitta faz eu me sentir livre pra errar, porque é no erro que a gente mais se conecta. Eu ri quando ela xingou uma pessoa de “pobre” em 2013, eu senti vergonha junto com ela na discussão com a Pitty (sei lá, 2015?), eu também tenho foto com bolsominions, eu já fui muito idiota,

Continue lendo “É só lembrar que o amor é bem maior”

Layout clássico sempre

Aos nove anos, um dos meus passatempos favoritos era assistir a As Meninas Superpoderosas na televisão. Se me perguntassem naquela época, eu não saberia exatamente o motivo principal, já que não parava muito para pensar a respeito. Talvez indicasse as fofas personagens, a história, as cores e a ideia fixa de que tudo ficaria bem no final, porque mais uma vez o mundo seria salvo por elas. Pensando bem, era isso mesmo… Só que tinha mais por trás.

Continue lendo “Layout clássico sempre”

Como eu conheci a Manuela

Sabem aquela frase manjada que todos usam que diz que NADA ACONTECE POR ACASO? Por mais clichê que seja, em muitos momentos da minha vida, ela se fez verdade! E em um destes momentos entra a história da minha amizade de quase quinze anos com a Manuela.
No último ano de faculdade conheci um cara bem legal. Não preciso entrar em detalhes, mas o fato é que ele mostrou algum possível interesse sim. Ele era uma graça. Bonito, educado, inteligente, papo bom, interessante e o genro que toda mãe gostaria de ter. E neste possível interesse dele, ele foi sim correspondido.

Essa alma necessita de ilusão

Foi tanta coisa que eu nem sei mais por onde começar. Vamos assim mesmo. Teve toda o nervosismo e a ansiedade que permeiam um aniversário. Meu aniversário. Teve o “não vou fazer nada não é uma data especial” e de repente eu estava reservando um lugar só pra mim e meus mais de 60 convidados. E foi mó galera. Aliás, um lugar não: o lugar.  Teve um final de semana gostoso com direito a rodízio japonês vegano, visita da melhor amiga que não via há mais de ano, brunch delícia, feira de coisas bonitas e amor e pessoas do amor. Depois teve o aniversário do mozão com cerveja boa e poucos e bons.

Continue lendo “Essa alma necessita de ilusão”