Pensando alto, bem alto

   Quando eu tinha uns três ou quatro anos, minha mãe me levou pela primeira vez a um parque de diversões. Não era lá um grande parque, mas supõe-se que as crianças têm essa vantagem de ser imaginativas e de se contentar com bobagens. Na verdade, as adultas também. Vira e mexe vejo amiga contando que conheceu um cara ótimo, que esperou um táxi com ela na rua e até mandou mensagem no dia seguinte.

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Nesta propaganda é cantada pela cantora Ana K.

Flores raras

Bonito o sorriso que você vê naquelas fotos dela, né? Bonitas são as amigas que estão ao lado dela sorrindo, mostrando a língua e colocando todas aquelas hashtags. Bonito o som da gargalhada dela, você poderia escutá-la durante horas, não poderia? E quando ela anda? Nossa, parece que o mundo se enche de cor, não é? Quando ela manda aquela mensagem perguntando se você esta bem e você percebe que ela realmente se importa, você sente o coração palpitando, eu sei. E quando ela prende o cabelo de uma forma desajeitada e dois segundos depois os fios caem todos e ela suspira cansada de tentar prendê-los? Quando ela coloca a mão na nuca e massageia o pescoço indicando cansaço ou inquietação. Inquietação de mente que vai descendo pelo corpo contagiando tudo ate que a perna dela começa a balançar. E quando elogiam ela?

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Como eu conheci a Manuela

Sabem aquela frase manjada que todos usam que diz que NADA ACONTECE POR ACASO? Por mais clichê que seja, em muitos momentos da minha vida, ela se fez verdade! E em um destes momentos entra a história da minha amizade de quase quinze anos com a Manuela.
No último ano de faculdade conheci um cara bem legal. Não preciso entrar em detalhes, mas o fato é que ele mostrou algum possível interesse sim. Ele era uma graça. Bonito, educado, inteligente, papo bom, interessante e o genro que toda mãe gostaria de ter. E neste possível interesse dele, ele foi sim correspondido.